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Relação Sexual Programada

A Relação Sexual Programada é o tratamento reprodutivo mais simples, mas só é indicado para casais onde o problema é a ovulação.

A Relação Sexual Programada ou coito programado consiste em estimular os ovários com medicamentos e agendar a relação sexual do casal para o período mais fértil da mulher, para que ocorra a gravidez.

Com o acompanhamento por ultrassom transvaginal, sabemos quando a mulher vai ovular e podemos programar a relação sexual para os dias férteis, aumentando as chances de fecundação do óvulo. 

Como funciona?

Para aumentar as chances de gravidez, a mulher é medicada por via oral ou subcutânea com substâncias que atuam diretamente ou indiretamente nos folículos ovarianos, estruturas que contém os óvulos.

Iniciamos a indução da ovulação a partir dos primeiros dias da menstruação. Durante esse processo, ela é acompanhada por um especialista, que observa o crescimento folicular através da ultrassonografia.

Quando o folículo está do tamanho adequado, a mulher recebe uma dose de hormônio, que estimula a ovulação após cerca de 40 horas. Assim, orientamos as relações sexuais nessa fase de maior chance de sucesso, totalizando cerca de 4 relações.

Depois de 15 dias da relação sexual programada, a mulher é submetida ao teste de gravidez para sabermos se o beta HCG está positivo, o que demonstra a implantação do embrião. Caso consiga engravidar, deve começar o pré-natal; do contrário, pode tentar novamente na próxima menstruação. Orienta-se repetir o tratamento até 3 vezes, pois, mais que isso, a chance de gravidez cumulativa geralmente não aumenta. É o momento de se programar outro tratamento mais eficiente, como a Fertilização in vitro. 

Quem pode fazer esse tratamento?

A Relação Sexual Programada não é eficaz para todo casal. Ele é indicado apenas para casos nos quais a mulher tenha problemas com a ovulação, mas em que os exames dela e de seu parceiro estejam normais. Assim, é importante ter tubas uterinas e espermograma normal. A idade materna também é decisiva para o sucesso.

A avaliação da indicação ou não do método é feita mediante a análise dos exames das tubas uterinas e do sêmen, além do histórico da regularidade dos ciclos menstruais da mulher.


Dra. Paula Joazeiro
Ginecologista Obstetra Especializada em
Fertilização e Reprodução Humana Assistida

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