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Quarta, 26 Agosto 2020 00:00

Diagnóstico Genético Pré-Implantacional

Escrito por Equipe de Gestão de Mídias Sociais - Andrômeda Web Marketing
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O diagnóstico genético pré-implantacional (DGPI), que consiste em um exame genético realizado antes da implantação dos embriões no útero. A análise pode ser tanto dos cromossomos, quanto dos genes, e visa prevenir a transferência de embriões portadores de doenças gênicas ou cromossômicas

O avanço extraordinário da ciência da reprodução humana que traz tranquilidade para os casais que, por diversos motivos, precisam certificar-se da qualidade dos embriões que serão implantados no útero materno.

Dessa forma seus embriões podem ser testados em busca de anormalidades antes de eles serem transferidos para o útero.

Como é feito?

A partir de uma biópsia, que consiste na retirada de algumas células do embrião, sem prejuízo para o seu desenvolvimento. Essas células são enviadas ao laboratório de genética para análise, enquanto o embrião fica aguardando, congelado, no laboratório da clínica para ser transferido ao útero, caso o laudo indique que ele está em boas condições. A partir de então os embriões geneticamente saudáveis são então transferidos para o útero, onde eles deverão se fixar e implantar produzindo uma gravidez.

Importância do teste genético pré-implantacional - TGPI

As alterações gênicas são aquelas transmitidas de pais para filhos, através de mutações em genes que possuem informações para determinadas doenças. Os testes genéticos nesses casos servem para identificar se aquele determinado embrião recebeu o gene alterado do pai ou da mãe, dependendo de quem possuir a mutação da doença específica.

Já as anomalias cromossômicas, são o resultado de um número alterado de cromossomos no momento da fusão do material genético do óvulo com o do espermatozóide. Um conhecido exemplo é Síndrome de Down, resultado de uma cópia extra do cromossomo 21. As anormalidades também podem ocorrer por perdas ou ganhos de partes de algum cromossomo ou por translocação (quando um pedaço de material em algum cromossomo é trocado com um pedaço de outro).

Mulheres acima de 37 anos possuem mais dificuldades para engravidar e aquelas que estão acima dos 40 anos ficam muito expostas aos riscos de terem filhos com anormalidades cromossômicas. Nesses casos, a realização do TGPI pode ser uma boa alternativa para diminuir a probabilidade de gestação de bebês com as ditas aneuploidias.

Indicações do teste genético pré-implantacional - TGPI

• Famílias com histórico de doença hereditária.
• Casais com recomendação a partir dos resultados do teste de compatibilidade genética.
• Consanguíneos que identificaram um alto risco de transmissão de doenças monogênicas durante aconselhamento genético.
• Casais que já tenham filho(s) com alguma anomalia cromossômica;
• Casais portadores de alguma alteração cromossômica;
• Casais que já tiveram gravidez diagnosticada como alterada durante os exames de pré-natal;
• Famílias com histórico de doença hereditária.
• Mulheres com idade avançada (38 anos ou mais);
• Homens com sêmen de baixa qualidade;
• Casais com histórico de abortos recorrentes.

Para saber mais, tirar todas as suas dúvidas e fazer o seu acompanhamento, quer seja para inseminação artificial ou pré-natal, marque a sua consulta através do nosso telefone (21) 99253-6102.


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